Informática para Não Técnicos
Blog destinado oferecer dicas, tutoriais, programas, tira-duvidas, lançamentos e tudo o que voce precisa para usufruir do melhor que a tecnologia pode lhe oferecer.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Fique de olho em sua conexão à internet com o NetSpeedMonitor - Dicas - PC WORLD
Ao contrário de programas similares, o NetSpeedMonitor não mostra as informações em uma janela, nem fica “quieto” escondido atrás de um ícone na barra de tarefas. Para mostrar a velocidade de sua conexão ele cria um painel extra dentro dela, perto da bandeja de sistema, onde mostra as velocidades de download e upload.
Além de janelas de configuração e de tráfego, o NetSpeedMonitor tem mais uma, chamada Connections. Ela é a mais técnica das três, e mostra uma lista de processos ativos que estabeleceram, fecharam ou estão “ouvindo” conexões TCP e UDP. Ou seja, uma lista de aplicativos que estão tentando se conectar à internet, e com quem eles estão tentando se conectar. A lista é um pouco complexa, porque às vezes o NetSpeedMonitor não consegue encontrar o nome de alguns processos, que são indicados como Unknown (desconhecido). Mas ele mostra o identificador (PID) de cada processo no sistema, e com esta informação você pode abrir o Process Explorer ou o Gerenciador de Tarefas e descobrir a quem ele pertence.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Artigo - Acreditem: o desktop continuará vivo (embora poucos o reconheçam)!
À partir do momento em que os smartphones, tablets e netbooks começaram a ganhar popularidade, muitos especialistas em Tecnologia aproveitaram a oportunidade para declarar o fim dos PCs desktops e todo o seu legado, baseado no clássico sistema operacional Windows. Embora esteja de acordo com muitos aspectos destas previsões, ainda considero que o conceito tradicional de ambiente desktop - popularizado pelo Windows - continuará vivo, embora poucos o reconheçam...
O Motorola atrix, conectado à um dock-station e periféricos de entrada e saída.
A história do ambiente desktop clássico, todos já devem conhecer. Lá pelos idos dos anos 70, Steve Jobs admirou as novas ideias sobre a construção e usabilidade das interfaces gráficas, quando visitou o centro de desenvolvimento da Xerox. Introduziu estes conceitos no seu sistema operacional MAC OS e, embora tenha ganhado bastante a admiração dos designers gráficos da época, foi com a Microsoft através do Windows, que a interface gráfica baseada no conceito de ambiente desktop finalmente vingou. E desde o lançamento da primeira versão do Windows (1985), foi sendo desenvolvida e aprimorada, onde muita coisa mudou até chegar no estágio atual.
O Windows 3.11.
Desde então, aqueles gabinetes branco-acizentados, esquisitos e desengonçados, conviveram conosco por mais de vinte anos: ora deitado, ora em pé. Atualmente, a grande maioria utiliza o formato torre (em pé), em virtude das suas vantagens (como acumular menos poeira e detritos sobre a placa-mãe, minimizando as ocorrências de defeitos). Porém, alguns anos para cá, a modernidade os obrigou a adotar formas e atributos diferenciados. Começou então, a revolução dos PCs desktops!
O IBM Aptiva, uma popular linha de PCs desktops no início dos anos 90.
A partir dos anos 90, a computação pessoal começou a ganhar os contornos que definiriam o estágio atual do computador moderno. Os novos processadores da 4a. geração (486) alcançavam novos patamares de desempenho, as placas de vídeo já dispunham de aceleração 2D (e em poucos anos, seria a vez do 3D), o poderoso barramento PCI já mostrava serviço, os discos rígidos alcançavam a (até então) inimaginável capacidade de 1 GB e as unidades ópticas aos poucos substituíam os disquetes como mídia de armazenamento, além do surgimento de uma série de novas placas de expansão e periféricos externos: os fax-modens, os scanners, as placas de áudio e as impressoras eram os mais comuns. Junto com a alta capacidade de desempenho, vieram os jogos de computadores, os quais inauguraram mais um grande mercado a ser explorado.
Wolfenstein 3D, o percursor dos FPS modernos.
E pouco mais de 15 anos se passaram...
Em 2007, um novo marco na história da computação pessoal seria escrito, através do lançamento e da popularização dos netbooks criados pela Asus: os Eee PCs. Dispondo de uma tela LCD de 7" (800x480), os netbooks foram as primeiras investidas de lançamentos de computadores portáteis de baixo custo e alta portabilidade, que tiveram grande sucesso e aceitação. Antes disso, os demais dispositivos ultra-portáteis lançados - classificados como MIDs - não tiveram grande êxito, geralmente por não oferecerem uma boa experiência em usabilidade, um nível de desempenho e/ou autonomia decente ou uma boa relação de custo-benefício. Mais à frente, vieram os smartphones e os tablets.
O "mísero" Eee PC 701 e o defasado sistema operacional Windows XP.
Até então, os PCs desktops mantinham o completo domínio da computação pessoal, seguidos de uma pequena porcentagem dos notebooks. Mas, com o lançamento dos dispositivos ultra-portáteis - os netbooks, os tablets e os smartphones - o conceito clássico de sistema operacional para desktops começou a ser reformulado. Mesmo com o barateamento dos notebooks e a sua consequente popularização, o sistema operacional até então não sofrera profunda alterações. Entretanto, com as telas LCDs de pequenas dimensões e baixa resolução dos netbooks, além de outras limitações como a baixa capacidade de processamento e a necessidade de prover boa autonomia, os desenvolvedores de sistemas e softwares foram obrigados a fazerem concessões em seus novos projetos, com o objetivo de aproveitar ao máximo os poucos recursos disponíveis.
Aos poucos, começaram a surgir os sistemas operacionais alternativos...
JoliCloud: um dos pioneiros em sua categoria.
Dada a inflexibilidade do Windows XP em prover uma interface customizada, os fabricante e desenvolvedores começaram a se concentrar em desenvolver novas interfaces, reformulando assim antigos conceitos: o ambiente de trabalho tradicional e todos os seus elementos visuais saem de cena, dando o lugar a uma nova interface totalmente remodelada, a qual aproveita de forma mais eficiente as pequenas telas LCDs e as suas baixas resoluções. E não apenas isso: prevendo a substituição do mouse em prol do impreciso touchpad (nos netbooks), a crescente adoção das telas touchscreen (nos tablets e smartphones) e a ausência do teclado físico, os ícones passaram a ser os principais elementos interativos destas novas interfaces, dotados de maiores proporções e carregados de novas informações visuais.
Interface do iOS.
Outro aspecto importante a ser considerado é o uso do computador, por parte dos usuários: no PC desktop clássico, considerávamos a importância das ferramentas de produtividade como um todo; mas agora, em uma nova era onde o consumismo passa a dar as cartas, a oferta de confortos e facilidades para o consumo de conteúdos digitais - e não tanto a produção - se tornaram fundamentais. Por isto, todo o ambiente precisou ser reformulado, chegando a tendência de interfaces limpas, minimalistas e iconizadas, as quais conhecemos através do iOS, Android, Symbian OS e outros sistemas voltados para os dispositivos móveis.
O tablet Motorola Xoom e a interface do Android 3.0.
Pois bem: até os dias atuais, vivemos por quase 30 anos usando computadores com interfaces gráficas baseadas no conceito antigo de ambiente de trabalho. Mas agora, estamos diante de uma era de profunda reformulação, dada a existência de variados tipos de computadores. Até mesmo a futura versão do Windows promete vir com a sua interface remodelada para atender os anseios desta nova era, onde os dispositivos com interfaces baseadas em touchscreen e CPUs baseados na arquitetura ARM aparecem vigorosamente! Ainda assim, mesmo com todas estas transformações, acredito que o conceito tradicional de desktop (ambiente de trabalho) ainda existirá, ainda que seja radicalmente diferenciado daquilo o que um dia foi.
Cena do filme "Minory Report".
Ou será que estou enganado? &;-D
Por Ednei Pacheco <ednei [at] hardware.com.br>
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Novo browser Opera cortam em até 90% o consumo de pacotes de dados
Um megabyte economizado é um megabyte extra conquistado. Com os novos navegadores Opera Mini e Opera Mobile para Android é mais fácil do que nunca controlar os gastos de navegação móvel e ficar online por muito mais tempo.
Estreando nos celulares Android, o Opera Mini 6.5 e Opera Mobile 11.5, que são, respectivamente, preparados para acessar a internet em celulares e aparelhos de entrada e para smartphones, agora poderão exibir para você exatamente quantos dados já foram utilizados — e quanto tempo e reais economizados. Uma página especial foi criada para que o usuário acompanhe com facilidade quantos megabytes são utilizados e economizados no total ou por um período de tempo predeterminado, como uma viagem que você necessite do roaming da sua operadora.
O número de megabytes economizado enquanto se utiliza o Opera Mini e o Opera Mobile pode ser automaticamente traduzido para dinheiro economizado ao navegar em roaming ou em planos que cobram por dado transferido. Para pessoas com planos de internet que oferecem um limite de navegação, essa é uma funcionalidade que pode garantir ao internauta não extrapolar a sua cota mensal ou para aqueles que possuem um plano que após certa quantidade de dados utilizada a velocidade é reduzida, manterem-se mais tempo conectados em melhor velocidade.
Um navegador que funciona nas nuvens.
Utilizar um navegador que funcione diretamente nas nuvens pode reduzir o tamanho das páginas da web em até 90%, fazendo com que os usuários acessem rapidamente páginas web. Sem necessitar de nenhum recurso especial no seu aparelho, o Opera Mini funciona em mais de 3.000 dispositivos e está disponível para download gratuito em m.opera.com ou na loja de aplicativos Android Market.
“Muitas pessoas não se deram conta de quantos reais podem economizar em transferência de dados. Os consumidores normalmente querem um jeito fácil de medir o quanto já utilizaram de sua cota mensal,” afirma Lars Boilesen, CEO, Opera Software. “O novo Opera Mini e Opera Mobile exibem exatamente quantos dados foram economizados utilizando a nossa tecnologia de navegação nas nuvens. Nunca foi tão fácil e prático reduzir a sua conta de celular”.
Marcadores integrados
Os novos navegadores Opera Mini e Opera Mobile estão se integrando melhor no sistema operacional do Android. Com um prático recurso de importação de marcadores e um ícone dedicado introduzido na página inicial do seu aparelho, fazer a migração para os nossos navegadores se tornou ainda mais fácil.
A importação de marcadores irá transferir todos os links salvos no seu aparelho para os navegadores da Opera Software, enquanto o atalho na página inicial do seu Android deixará mais fácil a tarefa de acessar os seus sites mais visitados.
Outras otimizações, algumas mais visíveis do que outras, incluem:
- Opera Turbo atualizado no Opera Mobile, permitindo que você também se beneficie do recurso de navegação nas nuvens no seu smartphone, abrindo mais rapidamente páginas web e minimizando a transferência de dados;
- No Android Honeycomb, sistema operacional do Google produzido especialmente para Tablets, agora é possível assistir a vídeos carregados diretamente na página;
- Diversas atualizações, incluindo uma melhoria para o sistema de renderização Opera Presto, melhorias no desempenho de rede, HTML5 micro data e uma diminuição no consumo da memória por JavaScript.
Opera Mini e Opera Mobile para Android podem ser baixados gratuitamente pelo Android Market ou em m.opera.com.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Brasil ganha rede social integrada ao Facebook e ao Orkut
Myfuncity convida internautas a avaliarem cidades, a fim de elaborar mapa detalhado sobre seus problemas; brasileiros são os primeiros.
O Myfuncity funcionará dentro do Facebook e do Orkut, como um aplicativo, e também poderá ser baixado via App Store – versões para Android e BlackBerry chegarão em breve. Se utilizado a partir das populares redes sociais, ele poderá tirar proveito de suas funcionalidades, como o envio de mensagens e fotos, criação de eventos e anúncios de chek-ins.
“A Internet tem um poder transformacional para as grandes e pequenas causas, pois conecta milhares de cidadãos que compartilham opiniões e sugestões e que querem contribuir eficazmente para mudar a cidade onde moram”, afirma Mauro Motoryn, idealizador do projeto.
Leia mais: Redes sociais ajudam espanhóis a protestar contra crise
A expectativa é que até o meio de 2012, a plataforma reúna 60 milhões de usuários, 50 milhões nos Estados Unidos e Europa – onde será lançada em um segundo momento – e 10 milhões no Brasil. O objetivo é fazer com que os cidadãos se tornem mais engajados, contribuindo para uma melhora da condição de vida na cidade.
Aqui no País, o Myfuncity será parceiro de mais de 700 entidades, vinculadas à Rede Nossa São Paulo, Rede Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis, Cidade Escola Aprendiz, Catraca Livre e Museu da Pessoa. Isso permitirá, por exemplo, que os dados obtidos sejam processados e enviados a gestores públicos e veículos de comunicação.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Em busca de emprego? Saiba como usar as redes sociais a seu favor
Hoje os profissionais também estão sendo vigiados na internet, e isso vem crescendo cada dia mais. Hoag dá quatro dicas para poder ajudar a ter sucesso no momento da procura por um emprego – ou mesmo até na hora de ser procurado por uma possível empresa, pelas redes sociais.
1.Sempre seja verdadeiro sobre você em seu perfil nas redes sociais
Hoag comenta, os usuários tendem a se esquecer que em seus perfis pessoais como no Twitter, Linkdin ou mesmo em qualquer outra rede social, o que está descrito sobre eles pode significar um possível cartão de visitas para um empregador. E que ninguém se engane que não pode ser desclassificado devido a um comentário preconceituoso ou até mesmo ofensivo para aquela empresa.
2.Também mostre alguma personalidade
Como tudo na vida real, nas redes sociais também não é diferente, tem que se ter uma medida certa, principalmente em relação a ser cauteloso demais com o que se coloca no seu perfil, onde isso pode vir a se tornar algo negativo. Hoje as pessoas aos poucos estão se conscientizando e deixando de se expor tanto em relação a aquelas fotos constrangedoras ou comentários impróprios, mas nem por isso se pode ficar completamente inibido.
Recrutadores não procuram pessoas caladas e sim pessoas extrovertidas que possam mostrar capacidade de se relacionar com pessoas não só na vida virtual como também pessoal, com boa comunicação e espirito de liderança e mostrem um bom caráter.
3. Aumente a possibilidade de ser visto nas redes sociais
Apenas ter um bom perfil dentro de uma rede social não é o suficiente. Na procura do emprego os candidatos tem que participar das diversas redes sociais existentes, mas também não podem se esquecer que é fundamental a presença nas discussões sempre mostrando suas opiniões construtivas, para que possam ser vistos por uma empresa.
4. Siga as empresas que você tem interesse em trabalhar
Não se intimide na hora de se comunicar com a empresa que você tem interesses futuros, siga as no twitter ou Google +, seja fã dela no Facebook, entre outros. Segundo Hoag, tem que se ter cuidado com o LinkedIn, pois algumas pessoas não gostam de ser contactadas por profissionais que não conhecem por meio deste tipo de rede social.
“Mas ninguém disse que você não pode participar de comunidades e grupos no LinkedIn no qual terá a chance de se conectar com essas pessoas [que o interessam profissionalmente]“, complementa.
Da Redação, com informações do Olhar Digital