quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Novo browser Opera cortam em até 90% o consumo de pacotes de dados

Um megabyte economizado é um megabyte extra conquistado. Com os novos navegadores Opera Mini e Opera Mobile para Android é mais fácil do que nunca controlar os gastos de navegação móvel e ficar online por muito mais tempo.

Estreando nos celulares Android, o Opera Mini 6.5 e Opera Mobile 11.5, que são, respectivamente, preparados para acessar a internet em celulares e aparelhos de entrada e para smartphones, agora poderão exibir para você exatamente quantos dados já foram utilizados — e quanto tempo e reais economizados. Uma página especial foi criada para que o usuário acompanhe com facilidade quantos megabytes são utilizados e economizados no total ou por um período de tempo predeterminado, como uma viagem que você necessite do roaming da sua operadora.

O número de megabytes economizado enquanto se utiliza o Opera Mini e o Opera Mobile pode ser automaticamente traduzido para dinheiro economizado ao navegar em roaming ou em planos que cobram por dado transferido. Para pessoas com planos de internet que oferecem um limite de navegação, essa é uma funcionalidade que pode garantir ao internauta não extrapolar a sua cota mensal ou para aqueles que possuem um plano que após certa quantidade de dados utilizada a velocidade é reduzida, manterem-se mais tempo conectados em melhor velocidade.

Um navegador que funciona nas nuvens.

Utilizar um navegador que funcione diretamente nas nuvens pode reduzir o tamanho das páginas da web em até 90%, fazendo com que os usuários acessem rapidamente páginas web. Sem necessitar de nenhum recurso especial no seu aparelho, o Opera Mini funciona em mais de 3.000 dispositivos e está disponível para download gratuito em m.opera.com ou na loja de aplicativos Android Market.

“Muitas pessoas não se deram conta de quantos reais podem economizar em transferência de dados. Os consumidores normalmente querem um jeito fácil de medir o quanto já utilizaram de sua cota mensal,” afirma Lars Boilesen, CEO, Opera Software. “O novo Opera Mini e Opera Mobile exibem exatamente quantos dados foram economizados utilizando a nossa tecnologia de navegação nas nuvens. Nunca foi tão fácil e prático reduzir a sua conta de celular”.

Marcadores integrados

Os novos navegadores Opera Mini e Opera Mobile estão se integrando melhor no sistema operacional do Android. Com um prático recurso de importação de marcadores e um ícone dedicado introduzido na página inicial do seu aparelho, fazer a migração para os nossos navegadores se tornou ainda mais fácil.

A importação de marcadores irá transferir todos os links salvos no seu aparelho para os navegadores da Opera Software, enquanto o atalho na página inicial do seu Android deixará mais fácil a tarefa de acessar os seus sites mais visitados.

Outras otimizações, algumas mais visíveis do que outras, incluem:

  • Opera Turbo atualizado no Opera Mobile, permitindo que você também se beneficie do recurso de navegação nas nuvens no seu smartphone, abrindo mais rapidamente páginas web e minimizando a transferência de dados;
  • No Android Honeycomb, sistema operacional do Google produzido especialmente para Tablets, agora é possível assistir a vídeos carregados diretamente na página;
  • Diversas atualizações, incluindo uma melhoria para o sistema de renderização Opera Presto, melhorias no desempenho de rede, HTML5 micro data e uma diminuição no consumo da memória por JavaScript.

Opera Mini e Opera Mobile para Android podem ser baixados gratuitamente pelo Android Market ou em m.opera.com.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Brasil ganha rede social integrada ao Facebook e ao Orkut

Myfuncity convida internautas a avaliarem cidades, a fim de elaborar mapa detalhado sobre seus problemas; brasileiros são os primeiros.


O Brasil é primeiro país a receber uma rede social voltada à cidadania. Trata-se doa Myfuncity, lançada na última quarta-feira (5/10) em São Paulo. A ideia é que os moradores de cada cidade a avaliem a partir de 12 indicadores - relacionados a trânsito, segurança, meio ambiente, bem-estar, saúde e educação - ajudando na elaboração de um mapa detalhado que ilustrará a satisfação com o lugar onde vivem.
O Myfuncity funcionará dentro do Facebook e do Orkut, como um aplicativo, e também poderá ser baixado via App Store – versões para Android e BlackBerry chegarão em breve. Se utilizado a partir das populares redes sociais, ele poderá tirar proveito de suas funcionalidades, como o envio de mensagens e fotos, criação de eventos e anúncios de chek-ins.
“A Internet tem um poder transformacional para as grandes e pequenas causas, pois conecta milhares de cidadãos que compartilham opiniões e sugestões e que querem contribuir eficazmente para mudar a cidade onde moram”, afirma Mauro Motoryn, idealizador do projeto.
Leia mais: Redes sociais ajudam espanhóis a protestar contra crise
A expectativa é que até o meio de 2012, a plataforma reúna 60 milhões de usuários, 50 milhões nos Estados Unidos e Europa – onde será lançada em um segundo momento – e 10 milhões no Brasil. O objetivo é fazer com que os cidadãos se tornem mais engajados, contribuindo para uma melhora da condição de vida na cidade.
Aqui no País, o Myfuncity será parceiro de mais de 700 entidades, vinculadas à Rede Nossa São Paulo, Rede Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis, Cidade Escola Aprendiz, Catraca Livre e Museu da Pessoa. Isso permitirá, por exemplo, que os dados obtidos sejam processados e enviados a gestores públicos e veículos de comunicação.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Em busca de emprego? Saiba como usar as redes sociais a seu favor

Em um recente artigo no Mashable com o CEO e co-fundador da empresa de investimentos Venturocket, Marc Hoag, compartilhou algumas informações que segundo ele vai vir a se tornar algo bastante comum, que é a busca de um emprego através das redes sociais. Hoag menciona que muitas companhias já utilizam alguma rede social para coletar dados sobre os futuros candidatos a um cargo.
Hoje os profissionais também estão sendo vigiados na internet, e isso vem crescendo cada dia mais. Hoag dá quatro dicas para poder ajudar a ter sucesso no momento da procura por um emprego – ou mesmo até na hora de ser procurado por uma possível empresa, pelas redes sociais.

1.Sempre seja verdadeiro sobre você em seu perfil nas redes sociais
Hoag comenta, os usuários tendem a se esquecer que em seus perfis pessoais como no Twitter, Linkdin ou mesmo em qualquer outra rede social, o que está descrito sobre eles pode significar um possível cartão de visitas para um empregador. E que ninguém se engane que não pode ser desclassificado devido a um comentário preconceituoso ou até mesmo ofensivo para aquela empresa.

2.Também mostre alguma personalidade
Como tudo na vida real, nas redes sociais também não é diferente, tem que se ter uma medida certa, principalmente em relação a ser cauteloso demais com o que se coloca no seu perfil, onde isso pode vir a se tornar algo negativo. Hoje as pessoas aos poucos estão se conscientizando e deixando de se expor tanto em relação a aquelas fotos constrangedoras ou comentários impróprios, mas nem por isso se pode ficar completamente inibido.
Recrutadores não procuram pessoas caladas e sim pessoas extrovertidas que possam mostrar capacidade de se relacionar com pessoas não só na vida virtual como também pessoal, com boa comunicação e espirito de liderança e mostrem um bom caráter.

3. Aumente a possibilidade de ser visto nas redes sociais
Apenas ter um bom perfil dentro de uma rede social não é o suficiente. Na procura do emprego os candidatos tem que participar das diversas redes sociais existentes, mas também não podem se esquecer que é fundamental a presença nas discussões sempre mostrando suas opiniões construtivas, para que possam ser vistos por uma empresa.

4. Siga as empresas que você tem interesse em trabalhar
Não se intimide na hora de se comunicar com a empresa que você tem interesses futuros, siga as no twitter ou Google +, seja fã dela no Facebook, entre outros. Segundo Hoag, tem que se ter cuidado com o LinkedIn, pois algumas pessoas não gostam de ser contactadas por profissionais que não conhecem por meio deste tipo de rede social.
“Mas ninguém disse que você não pode participar de comunidades e grupos no LinkedIn no qual terá a chance de se conectar com essas pessoas [que o interessam profissionalmente]“, complementa.

Da Redação, com informações do Olhar Digital

Estudo descreve evolução humana em cidade canadense

Em registros paroquiais de uma ilha franco-canadense, pesquisadores encontraram o que pode ser a instância mais recente de evolução humana em resposta à seleção natural.

A ilha, chamada Ile aux Coudres, fica no rio St. Lawrence, a cerca de 80 km a nordeste de Quebec. Os registros de sua igreja mantêm arquivos excepcionalmente completos de nascimentos, casamentos e mortes. A partir desses dados, uma equipe de pesquisadores conduzida por Emmanuel Milot e Denis Reale, da Universidade de Quebec, em Montreal, extraíram as histórias de vida de mulheres nascidas na ilha entre 1799 e 1940.

Ao longo desse período de 140 anos, a idade em que as mulheres tiveram seu primeiro filho – um traço altamente hereditário – caiu de 26 para 22 anos.

Graças a essa mudança, as mulheres tinham, em média, quatro filhos a mais em sua vida reprodutiva.

A descoberta ''sustenta a ideia de que os humanos ainda estão evoluindo’', escrevem os pesquisadores no periódico científico The Proceedings of the National Academy of Sciences.

Segundo Milot, testes estatísticos permitiram que os pesquisadores distinguissem entre os efeitos da seleção natural e aqueles das práticas culturais afetando a idade do casamento.

''A visão comum é que a evolução é um processo lento’', disse ele. ''Mas biólogos evolucionários já sabem, há muitas décadas, que a evolução pode ser bastante rápida’'.

Há tempos supôs-se que as pessoas, ao colocarem telhados sobre suas cabeças e plantarem sua própria comida, estariam se protegendo das forças da seleção natural. Dados coletados do genoma humano na última década mostraram que essa suposição não é verdadeira: as marcas da seleção natural são visíveis em no mínimo 10 por cento do genoma.

E essa é uma seleção que ocorreu somente nos últimos 5 mil a 25 mil anos, pois sinais de episódios mais antigos de seleção são abafados pela constante mutação na sequência de DNA.

Geneticistas examinando essa sequência não conseguem identificar episódios de seleção natural mais recentes do que 5 mil anos, a menos que o sinal seja particularmente forte, pois são necessárias muitas gerações para que uma versão nova e aprimorada de um gene apareça em toda numa população. Porém, biólogos evolucionários acreditam que podem detectar a seleção natural em funcionamento no passado recente, examinando os dados fenotípicos, ou naturais.

Esses dados são encontrados em grandes estudos médicos, como o estudo cardíaco Framingham, no qual muitas características de uma população são monitoradas ao longo de vários anos. Usando sofisticadas técnicas estatísticas, biólogos dizem poder distinguir traços que estejam mudando sob pressão da seleção natural, seja por efeitos ambientais ou pela deriva genética – a mudança genética aleatória que ocorre entre gerações.

Sintetizando os resultados de 14 estudos num artigo, publicado no ano passado em Nature Reviews Genetics, um grupo liderado por Stephen C. Stearns, de Yale, escreveu que ''o quadro emergente é que a seleção está agindo em sociedades pós-industriais para reduzir a idade da primeira reprodução em ambos os sexos, elevar a idade da menopausa nas mulheres e melhorar traços como colesterol total no sangue – características associadas ao risco de doenças e mortalidade’'.

O estudo de biólogos da Universidade de Quebec é uma boa análise de ''um conjunto extraordinário de dados’', afirmou Stearns, além de ser ''o exemplo mais recente de uma resposta genética à seleção numa população humana’'.

''Nossa cultura está mudando e a biologia está tentando acompanhá-la’', explicou. ''Mas a cultura muda com maior rapidez – os genes não conseguem acompanhar os iPads’'.

Segundo Milot, as alterações genéticas se mostraram tão claramente em seu estudo porque outros fatores, que as poderiam ocultar, foram minimizados pelas condições sociais específicas em Ile aux Coudres. A ilha foi concedida por decreto real aos padres que administravam o seminário de Quebec e colonizada por 30 famílias que chegaram entre 1720 e 1773. As famílias assumiram a agricultura e em seguida, outras atividades, como a pesca. Ao longo do período foi mantida uma igualdade considerável e a população foi poupada das gradações de riqueza que podem influenciar aqueles que têm muitos filhos.

Além disso, como a maioria das pessoas se casava localmente, a população da ilha se tornou consideravelmente pura, apesar da proibição de casamentos entre primos de primeiro ou segundo grau.

Esses dois fatores, e a homogeneidade da população, deixaram um campo aberto para a proeminência de efeitos genéticos, afirmou Milot.

Estudos como o de Ile aux Coudres podem identificar a mão da seleção natural apenas nos dados mantidos pelos registros da igreja. Porém, muitos outros traços além daqueles da história de vida estão provavelmente sendo moldados pela seleção natural. Muitos aspectos da personalidade são hereditários, disse Milot, e ''seria extremamente interessante examinar se nossas sociedades mutáveis causam modificações nas pressões da seleção em tais traços’'.

Jonathan Pritchard, geneticista populacional da Universidade de Chicago, disse que ''rápidas adaptações desse tipo são plausíveis, em princípio’'.

Em características que são influenciadas por muitos genes, a seleção natural pode agir rapidamente – pois não precisa esperar pela chegada de uma nova mutação favorável. Tudo o que ela precisa fazer é aumentar a abundância de alguns dos genes afetando o traço em questão, um processo conhecido como ''varredura suave’'. Se a idade da primeira reprodução é influenciada por muitos genes distintos, ''é concebível que a seleção possa ser extremamente forte’', concluiu.