quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Artigo - Acreditem: o desktop continuará vivo (embora poucos o reconheçam)!


À partir do momento em que os smartphones, tablets e netbooks começaram a ganhar popularidade, muitos especialistas em Tecnologia aproveitaram a oportunidade para declarar o fim dos PCs desktops e todo o seu legado, baseado no clássico sistema operacional Windows. Embora esteja de acordo com muitos aspectos destas previsões, ainda considero que o conceito tradicional de ambiente desktop - popularizado pelo Windows - continuará vivo, embora poucos o reconheçam...

O Motorola atrix, conectado à um dock-station e periféricos de entrada e saída.

O Motorola atrix, conectado à um dock-station e periféricos de entrada e saída.

A história do ambiente desktop clássico, todos já devem conhecer. Lá pelos idos dos anos 70, Steve Jobs admirou as novas ideias sobre a construção e usabilidade das interfaces gráficas, quando visitou o centro de desenvolvimento da Xerox. Introduziu estes conceitos no seu sistema operacional MAC OS e, embora tenha ganhado bastante a admiração dos designers gráficos da época, foi com a Microsoft através do Windows, que a interface gráfica baseada no conceito de ambiente desktop finalmente vingou. E desde o lançamento da primeira versão do Windows (1985), foi sendo desenvolvida e aprimorada, onde muita coisa mudou até chegar no estágio atual.

O Windows 3.11.

O Windows 3.11.

Desde então, aqueles gabinetes branco-acizentados, esquisitos e desengonçados, conviveram conosco por mais de vinte anos: ora deitado, ora em pé. Atualmente, a grande maioria utiliza o formato torre (em pé), em virtude das suas vantagens (como acumular menos poeira e detritos sobre a placa-mãe, minimizando as ocorrências de defeitos). Porém, alguns anos para cá, a modernidade os obrigou a adotar formas e atributos diferenciados. Começou então, a revolução dos PCs desktops!

O IBM Aptiva, uma popular linha de PCs desktops no início dos anos 90.

O IBM Aptiva, uma popular linha de PCs desktops no início dos anos 90.

A partir dos anos 90, a computação pessoal começou a ganhar os contornos que definiriam o estágio atual do computador moderno. Os novos processadores da 4a. geração (486) alcançavam novos patamares de desempenho, as placas de vídeo já dispunham de aceleração 2D (e em poucos anos, seria a vez do 3D), o poderoso barramento PCI já mostrava serviço, os discos rígidos alcançavam a (até então) inimaginável capacidade de 1 GB e as unidades ópticas aos poucos substituíam os disquetes como mídia de armazenamento, além do surgimento de uma série de novas placas de expansão e periféricos externos: os fax-modens, os scanners, as placas de áudio e as impressoras eram os mais comuns. Junto com a alta capacidade de desempenho, vieram os jogos de computadores, os quais inauguraram mais um grande mercado a ser explorado.

Wolfenstein 3D, o percursor dos FPS modernos.

Wolfenstein 3D, o percursor dos FPS modernos.

E pouco mais de 15 anos se passaram...

Em 2007, um novo marco na história da computação pessoal seria escrito, através do lançamento e da popularização dos netbooks criados pela Asus: os Eee PCs. Dispondo de uma tela LCD de 7" (800x480), os netbooks foram as primeiras investidas de lançamentos de computadores portáteis de baixo custo e alta portabilidade, que tiveram grande sucesso e aceitação. Antes disso, os demais dispositivos ultra-portáteis lançados - classificados como MIDs - não tiveram grande êxito, geralmente por não oferecerem uma boa experiência em usabilidade, um nível de desempenho e/ou autonomia decente ou uma boa relação de custo-benefício. Mais à frente, vieram os smartphones e os tablets.

O “mísero” Eee PC 701 e o defasado sistema operacional Windows XP.

O "mísero" Eee PC 701 e o defasado sistema operacional Windows XP.

Até então, os PCs desktops mantinham o completo domínio da computação pessoal, seguidos de uma pequena porcentagem dos notebooks. Mas, com o lançamento dos dispositivos ultra-portáteis - os netbooks, os tablets e os smartphones - o conceito clássico de sistema operacional para desktops começou a ser reformulado. Mesmo com o barateamento dos notebooks e a sua consequente popularização, o sistema operacional até então não sofrera profunda alterações. Entretanto, com as telas LCDs de pequenas dimensões e baixa resolução dos netbooks, além de outras limitações como a baixa capacidade de processamento e a necessidade de prover boa autonomia, os desenvolvedores de sistemas e softwares foram obrigados a fazerem concessões em seus novos projetos, com o objetivo de aproveitar ao máximo os poucos recursos disponíveis.

Aos poucos, começaram a surgir os sistemas operacionais alternativos...

JoliCloud: um dos pioneiros em sua categoria.

JoliCloud: um dos pioneiros em sua categoria.

Dada a inflexibilidade do Windows XP em prover uma interface customizada, os fabricante e desenvolvedores começaram a se concentrar em desenvolver novas interfaces, reformulando assim antigos conceitos: o ambiente de trabalho tradicional e todos os seus elementos visuais saem de cena, dando o lugar a uma nova interface totalmente remodelada, a qual aproveita de forma mais eficiente as pequenas telas LCDs e as suas baixas resoluções. E não apenas isso: prevendo a substituição do mouse em prol do impreciso touchpad (nos netbooks), a crescente adoção das telas touchscreen (nos tablets e smartphones) e a ausência do teclado físico, os ícones passaram a ser os principais elementos interativos destas novas interfaces, dotados de maiores proporções e carregados de novas informações visuais.

Interface do iOS.

Interface do iOS.

Outro aspecto importante a ser considerado é o uso do computador, por parte dos usuários: no PC desktop clássico, considerávamos a importância das ferramentas de produtividade como um todo; mas agora, em uma nova era onde o consumismo passa a dar as cartas, a oferta de confortos e facilidades para o consumo de conteúdos digitais - e não tanto a produção - se tornaram fundamentais. Por isto, todo o ambiente precisou ser reformulado, chegando a tendência de interfaces limpas, minimalistas e iconizadas, as quais conhecemos através do iOS, Android, Symbian OS e outros sistemas voltados para os dispositivos móveis.

O tablet Motorola Xoom e a interface do Android 3.0.

O tablet Motorola Xoom e a interface do Android 3.0.

Pois bem: até os dias atuais, vivemos por quase 30 anos usando computadores com interfaces gráficas baseadas no conceito antigo de ambiente de trabalho. Mas agora, estamos diante de uma era de profunda reformulação, dada a existência de variados tipos de computadores. Até mesmo a futura versão do Windows promete vir com a sua interface remodelada para atender os anseios desta nova era, onde os dispositivos com interfaces baseadas em touchscreen e CPUs baseados na arquitetura ARM aparecem vigorosamente! Ainda assim, mesmo com todas estas transformações, acredito que o conceito tradicional de desktop (ambiente de trabalho) ainda existirá, ainda que seja radicalmente diferenciado daquilo o que um dia foi.

Cena do filme “Minory Report”.

Cena do filme "Minory Report".

Ou será que estou enganado? &;-D

Por Ednei Pacheco <ednei [at] hardware.com.br>

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Novo browser Opera cortam em até 90% o consumo de pacotes de dados

Um megabyte economizado é um megabyte extra conquistado. Com os novos navegadores Opera Mini e Opera Mobile para Android é mais fácil do que nunca controlar os gastos de navegação móvel e ficar online por muito mais tempo.

Estreando nos celulares Android, o Opera Mini 6.5 e Opera Mobile 11.5, que são, respectivamente, preparados para acessar a internet em celulares e aparelhos de entrada e para smartphones, agora poderão exibir para você exatamente quantos dados já foram utilizados — e quanto tempo e reais economizados. Uma página especial foi criada para que o usuário acompanhe com facilidade quantos megabytes são utilizados e economizados no total ou por um período de tempo predeterminado, como uma viagem que você necessite do roaming da sua operadora.

O número de megabytes economizado enquanto se utiliza o Opera Mini e o Opera Mobile pode ser automaticamente traduzido para dinheiro economizado ao navegar em roaming ou em planos que cobram por dado transferido. Para pessoas com planos de internet que oferecem um limite de navegação, essa é uma funcionalidade que pode garantir ao internauta não extrapolar a sua cota mensal ou para aqueles que possuem um plano que após certa quantidade de dados utilizada a velocidade é reduzida, manterem-se mais tempo conectados em melhor velocidade.

Um navegador que funciona nas nuvens.

Utilizar um navegador que funcione diretamente nas nuvens pode reduzir o tamanho das páginas da web em até 90%, fazendo com que os usuários acessem rapidamente páginas web. Sem necessitar de nenhum recurso especial no seu aparelho, o Opera Mini funciona em mais de 3.000 dispositivos e está disponível para download gratuito em m.opera.com ou na loja de aplicativos Android Market.

“Muitas pessoas não se deram conta de quantos reais podem economizar em transferência de dados. Os consumidores normalmente querem um jeito fácil de medir o quanto já utilizaram de sua cota mensal,” afirma Lars Boilesen, CEO, Opera Software. “O novo Opera Mini e Opera Mobile exibem exatamente quantos dados foram economizados utilizando a nossa tecnologia de navegação nas nuvens. Nunca foi tão fácil e prático reduzir a sua conta de celular”.

Marcadores integrados

Os novos navegadores Opera Mini e Opera Mobile estão se integrando melhor no sistema operacional do Android. Com um prático recurso de importação de marcadores e um ícone dedicado introduzido na página inicial do seu aparelho, fazer a migração para os nossos navegadores se tornou ainda mais fácil.

A importação de marcadores irá transferir todos os links salvos no seu aparelho para os navegadores da Opera Software, enquanto o atalho na página inicial do seu Android deixará mais fácil a tarefa de acessar os seus sites mais visitados.

Outras otimizações, algumas mais visíveis do que outras, incluem:

  • Opera Turbo atualizado no Opera Mobile, permitindo que você também se beneficie do recurso de navegação nas nuvens no seu smartphone, abrindo mais rapidamente páginas web e minimizando a transferência de dados;
  • No Android Honeycomb, sistema operacional do Google produzido especialmente para Tablets, agora é possível assistir a vídeos carregados diretamente na página;
  • Diversas atualizações, incluindo uma melhoria para o sistema de renderização Opera Presto, melhorias no desempenho de rede, HTML5 micro data e uma diminuição no consumo da memória por JavaScript.

Opera Mini e Opera Mobile para Android podem ser baixados gratuitamente pelo Android Market ou em m.opera.com.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Brasil ganha rede social integrada ao Facebook e ao Orkut

Myfuncity convida internautas a avaliarem cidades, a fim de elaborar mapa detalhado sobre seus problemas; brasileiros são os primeiros.


O Brasil é primeiro país a receber uma rede social voltada à cidadania. Trata-se doa Myfuncity, lançada na última quarta-feira (5/10) em São Paulo. A ideia é que os moradores de cada cidade a avaliem a partir de 12 indicadores - relacionados a trânsito, segurança, meio ambiente, bem-estar, saúde e educação - ajudando na elaboração de um mapa detalhado que ilustrará a satisfação com o lugar onde vivem.
O Myfuncity funcionará dentro do Facebook e do Orkut, como um aplicativo, e também poderá ser baixado via App Store – versões para Android e BlackBerry chegarão em breve. Se utilizado a partir das populares redes sociais, ele poderá tirar proveito de suas funcionalidades, como o envio de mensagens e fotos, criação de eventos e anúncios de chek-ins.
“A Internet tem um poder transformacional para as grandes e pequenas causas, pois conecta milhares de cidadãos que compartilham opiniões e sugestões e que querem contribuir eficazmente para mudar a cidade onde moram”, afirma Mauro Motoryn, idealizador do projeto.
Leia mais: Redes sociais ajudam espanhóis a protestar contra crise
A expectativa é que até o meio de 2012, a plataforma reúna 60 milhões de usuários, 50 milhões nos Estados Unidos e Europa – onde será lançada em um segundo momento – e 10 milhões no Brasil. O objetivo é fazer com que os cidadãos se tornem mais engajados, contribuindo para uma melhora da condição de vida na cidade.
Aqui no País, o Myfuncity será parceiro de mais de 700 entidades, vinculadas à Rede Nossa São Paulo, Rede Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis, Cidade Escola Aprendiz, Catraca Livre e Museu da Pessoa. Isso permitirá, por exemplo, que os dados obtidos sejam processados e enviados a gestores públicos e veículos de comunicação.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Em busca de emprego? Saiba como usar as redes sociais a seu favor

Em um recente artigo no Mashable com o CEO e co-fundador da empresa de investimentos Venturocket, Marc Hoag, compartilhou algumas informações que segundo ele vai vir a se tornar algo bastante comum, que é a busca de um emprego através das redes sociais. Hoag menciona que muitas companhias já utilizam alguma rede social para coletar dados sobre os futuros candidatos a um cargo.
Hoje os profissionais também estão sendo vigiados na internet, e isso vem crescendo cada dia mais. Hoag dá quatro dicas para poder ajudar a ter sucesso no momento da procura por um emprego – ou mesmo até na hora de ser procurado por uma possível empresa, pelas redes sociais.

1.Sempre seja verdadeiro sobre você em seu perfil nas redes sociais
Hoag comenta, os usuários tendem a se esquecer que em seus perfis pessoais como no Twitter, Linkdin ou mesmo em qualquer outra rede social, o que está descrito sobre eles pode significar um possível cartão de visitas para um empregador. E que ninguém se engane que não pode ser desclassificado devido a um comentário preconceituoso ou até mesmo ofensivo para aquela empresa.

2.Também mostre alguma personalidade
Como tudo na vida real, nas redes sociais também não é diferente, tem que se ter uma medida certa, principalmente em relação a ser cauteloso demais com o que se coloca no seu perfil, onde isso pode vir a se tornar algo negativo. Hoje as pessoas aos poucos estão se conscientizando e deixando de se expor tanto em relação a aquelas fotos constrangedoras ou comentários impróprios, mas nem por isso se pode ficar completamente inibido.
Recrutadores não procuram pessoas caladas e sim pessoas extrovertidas que possam mostrar capacidade de se relacionar com pessoas não só na vida virtual como também pessoal, com boa comunicação e espirito de liderança e mostrem um bom caráter.

3. Aumente a possibilidade de ser visto nas redes sociais
Apenas ter um bom perfil dentro de uma rede social não é o suficiente. Na procura do emprego os candidatos tem que participar das diversas redes sociais existentes, mas também não podem se esquecer que é fundamental a presença nas discussões sempre mostrando suas opiniões construtivas, para que possam ser vistos por uma empresa.

4. Siga as empresas que você tem interesse em trabalhar
Não se intimide na hora de se comunicar com a empresa que você tem interesses futuros, siga as no twitter ou Google +, seja fã dela no Facebook, entre outros. Segundo Hoag, tem que se ter cuidado com o LinkedIn, pois algumas pessoas não gostam de ser contactadas por profissionais que não conhecem por meio deste tipo de rede social.
“Mas ninguém disse que você não pode participar de comunidades e grupos no LinkedIn no qual terá a chance de se conectar com essas pessoas [que o interessam profissionalmente]“, complementa.

Da Redação, com informações do Olhar Digital

Estudo descreve evolução humana em cidade canadense

Em registros paroquiais de uma ilha franco-canadense, pesquisadores encontraram o que pode ser a instância mais recente de evolução humana em resposta à seleção natural.

A ilha, chamada Ile aux Coudres, fica no rio St. Lawrence, a cerca de 80 km a nordeste de Quebec. Os registros de sua igreja mantêm arquivos excepcionalmente completos de nascimentos, casamentos e mortes. A partir desses dados, uma equipe de pesquisadores conduzida por Emmanuel Milot e Denis Reale, da Universidade de Quebec, em Montreal, extraíram as histórias de vida de mulheres nascidas na ilha entre 1799 e 1940.

Ao longo desse período de 140 anos, a idade em que as mulheres tiveram seu primeiro filho – um traço altamente hereditário – caiu de 26 para 22 anos.

Graças a essa mudança, as mulheres tinham, em média, quatro filhos a mais em sua vida reprodutiva.

A descoberta ''sustenta a ideia de que os humanos ainda estão evoluindo’', escrevem os pesquisadores no periódico científico The Proceedings of the National Academy of Sciences.

Segundo Milot, testes estatísticos permitiram que os pesquisadores distinguissem entre os efeitos da seleção natural e aqueles das práticas culturais afetando a idade do casamento.

''A visão comum é que a evolução é um processo lento’', disse ele. ''Mas biólogos evolucionários já sabem, há muitas décadas, que a evolução pode ser bastante rápida’'.

Há tempos supôs-se que as pessoas, ao colocarem telhados sobre suas cabeças e plantarem sua própria comida, estariam se protegendo das forças da seleção natural. Dados coletados do genoma humano na última década mostraram que essa suposição não é verdadeira: as marcas da seleção natural são visíveis em no mínimo 10 por cento do genoma.

E essa é uma seleção que ocorreu somente nos últimos 5 mil a 25 mil anos, pois sinais de episódios mais antigos de seleção são abafados pela constante mutação na sequência de DNA.

Geneticistas examinando essa sequência não conseguem identificar episódios de seleção natural mais recentes do que 5 mil anos, a menos que o sinal seja particularmente forte, pois são necessárias muitas gerações para que uma versão nova e aprimorada de um gene apareça em toda numa população. Porém, biólogos evolucionários acreditam que podem detectar a seleção natural em funcionamento no passado recente, examinando os dados fenotípicos, ou naturais.

Esses dados são encontrados em grandes estudos médicos, como o estudo cardíaco Framingham, no qual muitas características de uma população são monitoradas ao longo de vários anos. Usando sofisticadas técnicas estatísticas, biólogos dizem poder distinguir traços que estejam mudando sob pressão da seleção natural, seja por efeitos ambientais ou pela deriva genética – a mudança genética aleatória que ocorre entre gerações.

Sintetizando os resultados de 14 estudos num artigo, publicado no ano passado em Nature Reviews Genetics, um grupo liderado por Stephen C. Stearns, de Yale, escreveu que ''o quadro emergente é que a seleção está agindo em sociedades pós-industriais para reduzir a idade da primeira reprodução em ambos os sexos, elevar a idade da menopausa nas mulheres e melhorar traços como colesterol total no sangue – características associadas ao risco de doenças e mortalidade’'.

O estudo de biólogos da Universidade de Quebec é uma boa análise de ''um conjunto extraordinário de dados’', afirmou Stearns, além de ser ''o exemplo mais recente de uma resposta genética à seleção numa população humana’'.

''Nossa cultura está mudando e a biologia está tentando acompanhá-la’', explicou. ''Mas a cultura muda com maior rapidez – os genes não conseguem acompanhar os iPads’'.

Segundo Milot, as alterações genéticas se mostraram tão claramente em seu estudo porque outros fatores, que as poderiam ocultar, foram minimizados pelas condições sociais específicas em Ile aux Coudres. A ilha foi concedida por decreto real aos padres que administravam o seminário de Quebec e colonizada por 30 famílias que chegaram entre 1720 e 1773. As famílias assumiram a agricultura e em seguida, outras atividades, como a pesca. Ao longo do período foi mantida uma igualdade considerável e a população foi poupada das gradações de riqueza que podem influenciar aqueles que têm muitos filhos.

Além disso, como a maioria das pessoas se casava localmente, a população da ilha se tornou consideravelmente pura, apesar da proibição de casamentos entre primos de primeiro ou segundo grau.

Esses dois fatores, e a homogeneidade da população, deixaram um campo aberto para a proeminência de efeitos genéticos, afirmou Milot.

Estudos como o de Ile aux Coudres podem identificar a mão da seleção natural apenas nos dados mantidos pelos registros da igreja. Porém, muitos outros traços além daqueles da história de vida estão provavelmente sendo moldados pela seleção natural. Muitos aspectos da personalidade são hereditários, disse Milot, e ''seria extremamente interessante examinar se nossas sociedades mutáveis causam modificações nas pressões da seleção em tais traços’'.

Jonathan Pritchard, geneticista populacional da Universidade de Chicago, disse que ''rápidas adaptações desse tipo são plausíveis, em princípio’'.

Em características que são influenciadas por muitos genes, a seleção natural pode agir rapidamente – pois não precisa esperar pela chegada de uma nova mutação favorável. Tudo o que ela precisa fazer é aumentar a abundância de alguns dos genes afetando o traço em questão, um processo conhecido como ''varredura suave’'. Se a idade da primeira reprodução é influenciada por muitos genes distintos, ''é concebível que a seleção possa ser extremamente forte’', concluiu.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Windows XP completa 10 anos: Hora de abandoná-lo

De acordo com pesquisadores, arquitetura de segurança do sistema da Microsoft ficou ultrapassada após tanto tempo; analistas pedem que usuários desinstalem software.

Há exatos 10 anos a Microsoft começou a vender o Windows XP, e hoje o sistema ainda pode ser encontrado em quase metade dos computadores do mundo, de acordo com a empresa StatCounter.
Esse fato está mais um testamento da estratégia de parceria da Microsoft com as fabricantes de PCs do que algo particularmente atraente sobre a tecnologia do software, obviamente, mas não deixa de ser um feito e tanto.

Neste 10º aniversário do XP, no entanto, o chefe de pesquisas da empresa de segurança F-Secure, Mikko Hypponen, tem um pedido a fazer: “Faça uma boa ação hoje. Desinstale o XP.”
“O mais inseguro, de longe”
Levando em conta todos os sistemas operacionais atuais para computadores – incluindo o Windows XP,Vista, 7, Linux e Mac OS X – “o Windows XP tem a segurança mais fraca, de longe”, escreveu Hypponen em um post no blog da F-Secure.

“Dez anos é uma eternidade nesse negócio”, completa o pesquisador. “Por isso não é nenhuma surpresa que a arquitetura de segurança do XP esteja ultrapassada.”

No entanto, dado a persistente alta participação do sistema no mercado, “os invasores seriam estúpidos de gastar tempo e dinheiro direcionando ataques a qualquer outro sistema operacional”, sugere Hypponen. “Os invasores nunca tiveram uma vida tão boa. O alvo mais fácil também é o mais comum.”
Não demorará muito até que o Windows 7 ultrapasse o XP no mercado, diz Hypponen, e quando isso acontecer, os criadores de malware com certeza vão “começar a olhar ao redor” buscando diferentes plataformas para atacar.

Mas, enquanto isso, a situação atual “não pode ser mudada de forma rápida o bastante”, conclui.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Ligações para celular de outra operadora vão ficar mais baratas?

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No Brasil, as ligações para celulares de outra operadora custam muito caro, em parte, porque as operadoras móveis cobram uma taxa de interconexão, chamada VU-M, em ligações recebidas de outras operadoras – tanto fixas quanto de celular. Essa taxa chega a R$0,47/minuto, mas o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje que o governo deve reduzir a VU-M. Segundo ele, “isso pode baratear a ligação, porque quem paga [a VU-M] é o usuário”.

A VU-M tem um valor tão alto assim porque, na época das privatizações, isso estimulava os investimentos em operadoras de celular: afinal, assim elas ganham um bom dinheiro recebendo ligações! E é grana alta: em 2009, a receita das móveis com a VU-M foi de R$17,7 bilhões – isso dá 36% do total das operadoras móveis.

Mas hoje, quando há mais celulares que linhas fixas no Brasil – até há mais acessos de 3G que de banda larga fixa! – esse valor alto não se justificaria mais, segundo o ministro.

As operadoras de celular, no entanto, não parecem estar de acordo. Em geral, as operadoras móveis argumentam que o VU-M precisa ser alto porque a maioria dos seus clientes é pré-pago. Ou seja, elas não têm muita receita de ligações feitas pelo usuário, mas através do VU-M elas recebem dinheiro quando o usuário recebe chamadas (de outras operadoras).

A TIM já disse não temer a redução da VU-M: para Claudio Zezza, diretor financeiro da TIM, as ligações ficarão mais baratas e as pessoas vão telefonar mais. Perde-se receita de receber ligações, mas ganha-se fazendo ligações. A Oi briga no Cade e na Anatel pela redução da VU-M, acusando Claro, Tim e Vivo de abusarem do poder de mercado para manter o VU-M alto. A Vivo disse em abril que é possível reduzir a VU-M, desde que haja contrapartidas, como isenções fiscais. O ministro disse ontem, no entanto, que não vai conceder mais isenções para as teles.

A redução ainda não tem um cronograma específico para ocorrer, mas o ministro diz que será de forma gradativa: “não vamos fazer isso da noite para o dia, para não prejudicar as empresas”. [Reuters/Terra Tecnologia]

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Anatel quer definir percentual mínimo na velocidade das conexões à internet

A história todo mundo já conhece: um usuário entra em contato com o suporte de uma operadora para reclamar da lentidão de sua conexão à internet e recebe como resposta que, conforme estabelecido em contrato, a companhia só garante 10% da velocidade do plano. Mas a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) quer acabar com isso.

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A entidade vota hoje (04/08/2011) uma proposta que estabelece metas a serem cumpridas por todas as prestadoras de serviços de banda larga fixa. Uma das normas determina que as operadoras ofereçam, no mínimo, 60% da velocidade contratada, considerando a média do mês. A ideia é a de que esse limite aumente gradativamente, até chegar em 80%.

Atualmente, não há nenhuma regra que regulamente este aspecto, o que faz com que o usuário tenha que ouvir desculpas como a do limite de 10%.

Se aprovada, esta medida também prevê que as informações sobre velocidade sejam dadas por um software a ser oferecido pelas próprias operadoras aos consumidores. Os dados capturados também poderão ser encaminhados à Anatel. Caso a prestadora deixe de cumprir com alguma obrigação, poderá ser multada ou até mesmo impedida temporariamente de vender novas assinaturas, tal como já aconteceu com a Telefônica.

Referência: Agência Brasil.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Elimine a sua ex da suas fotos

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Além de fazer você ficar bonito na foto, o Photoshop também é capaz de ajudá-lo em outras peripécias virtuais. Com ele, você pode, por exemplo, tirar sua ex-namorada (ou ex-namorado) de uma foto praticamente sem deixar vestígio. Vamos lá. Aqui usaremos o Photoshop CS5. Abra a imagem. Dê o comando Ctrl + J para criar nova camada. Use as ferramentas de seleção do aplicativo para selecionar a pessoa que deve ser apagada da foto. Acione Editar > Preencher. Na janela Preencher, confira se, na caixa Use, está escolhida a opção Sensível a Conteúdo. Dê OK. O Photoshop apaga a ex-namorada, mas põe no lugar pedaços de outros objetos ao redor. Sem problema. Selecione, no painel, a ferramentaCarimbo. Ajuste o tamanho do carimbo e coloque-o em ação. A ferramenta copia padrões das áreas ao redor e vai preenchendo o espaço como se a pessoa apagada nunca tivesse ocupado aquele lugar.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Site traz dicas para intercâmbio científico

No ar desde o último dia 28, o site http://www.cienciasemfronteiras.cnpq.br/web/guest/home) contendo as regras e o detalhamento do programa Ciência sem Fronteiras já recebeu mais de 200 mil acessos segundo a assessoria do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os primeiros editais, no entanto, só devem ser publicados nos próximos dias.

Idealizado como forma de estimular o intercâmbio estudantil internacional entre alunos de graduação e pós-graduação, o programa prevê que o CNPq, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e outras agências de fomento federais e estaduais concedam até 75 mil bolsas de estudo nos próximos quatro anos. A iniciativa tem custo estimado em R$ 3,1 bilhões.

Somente o CNPq espera atender a 3.890 estudantes brasileiros este ano; a 6.140 em 2012, 10.230 em 2013 e 14.740 em 2014. São 15.500 bolsas de graduação sanduíche no exterior, 10.700 de doutorado sanduíche no exterior e 1.940 de doutorado pleno no exterior. Para pesquisadores, serão 5 mil bolsas de pós-doutorado e 660  de estágio sênior no exterior.

Além disso, o governo federal também quer incentivar a iniciativa privada a custear outras 25 mil bolsas, beneficiando até 100 mil estudantes de cerca de 20 áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento nacional.

Além de permitir aos estudantes brasileiros estagiar em instituições de ensino de ponta de outros países, a meta é atrair pesquisadores estrangeiros que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com pesquisadores brasileiros e promover a volta de cientistas que deixaram o país em busca de melhores condições de trabalho e pesquisa.

Ao participar na última quinta-feira (28) do programa de rádio Bom Dia, Ministro, feito pela EBC Serviços em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, já havia antecipado que o program terá quatro modalidades de bolsas e que o principal critério de seleção para os alunos de graduação será a nota do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) e do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), em que o aluno deverá alcançar no mínimo 600 pontos.

Fonte: Info

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Quero um tablet! Mas eu preciso de um?

Hoje em dia muito escutamos falar sobre os famosos tablets. Quando eles chegaram ao Brasil, pessoas  e mais pessoas estavam aglomeradas a espera nas lojas para adquirir o seu exemplar. Mas afinal, o que é um tablet, o que realmente podemos fazer com ele, será que preciso de um? Neste artigo responderemos todas as perguntas, então, se você é mais uma pessoa que está na dúvida, não deve deixar de ler até o fim.

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A venda de tablets é recente, começou no ano de 2010, mas é uma grande promessa para os próximos anos. O tablet, para quem não conhece ainda, é uma espécie de computador em formato de prancheta eletrônica, não possui teclado físico, apenas uma tela sensível ao toque. Os tablets, no geral, são usados para acessar a internet e assim navegar na web, acessar os e-mails, enfim, fazer tudo que é possível fazer com um computador. Também é possível utilizar o tablet para edição de textos simples, ver vídeos, fotos e ouvir músicas.
Os aplicativos para tablets também são muito requisitados pelos usuários. Através deles é possível acessar notícias, redes sociais ( com uma interface apropriada para tablet) e todas as páginas disponíveis na web. Existem também aplicativos para todos os gostos e funções, como simuladores de instrumentos musicais, jogos, programas de aprendizagem de diversas matérias, enfim, vários tipos.
Para as pessoas que estão entusiasmadas em adquirir um tablet, precisam ter um pouco de cuidado. Apesar de ter inúmeras vantagens ele não pode ser visto como um computador normal ou um notebook, existem coisas que não poderão ser feitas em um tablet, como edição de textos longos, execução de trabalhos em softwares pesados, ele possui um limite de espaço que não pode ser alterado, entre outras coisas. Acompanhe abaixo algumas vantagens e desvantagens dos tablets:
VANTAGENS
  • O peso de um tablet é muito menos que um notebook ou mesmo livros;
  • Ele ocupa menos espaço;
  • Com o tablet é possível acessar planilhas, documentos, imagens, internet, entre outros, sem carregar o peso de um notebook;
  • Ótimo para estudantes que precisam fazer anotações breves e ter acesso a muitos livros em um só lugar;
  • Excelente para fazer desenhos e gravuras diretamente na tela;
  • Ótimo para manter-se sempre conectado á internet.

DESVANTAGENS
  • Não possui leitor de CD ou DVD;
  • Nem todos os aplicativos são gratuitos;
  • Possui limite de espaço, não podendo ser modificado;
  • Não é possível realizar tarefas em softwares pesados;
  • As leituras acabam sendo cansativas em virtude da tela pequena.

De acordo com uma pesquisa que o Google realizou com 1.400 pessoas sobre os hábitos de utilização dos tablets, os resultados mostraram que a maioria dos entrevistados, somando 84%, utiliza o gadget para jogar; em segundo lugar para procurar informações, com 78%, e em seguida, com 76%, acessar os e-mails. Ler notícias é a quarta atividade entre os entrevistados, com 61%, e ler livros eletrônicos, os e-books, é a sétima atividade com apenas 41%.
Como vimos acima, existem várias vantagens de ter um tablet, porém, existem desvantagens que não podem passar despercebidas. Acredito que, um tablet é muito bom para quem já possui um computador convencional ou mesmo um notebook, pois, por ocupar menos espaço, ter menos peso, é possível carrega o tablet para qualquer lugar, e assim, ficar sempre com algum dispositivo móvel com conexão via internet, caso necessário. Também é possível passar o tempo jogando, acessando dispositivos, lendo livros, acessando e-mails, trocando informações, escutando música, enfim, atividades rotineiras.
Para tanto, quem não possui um notebook ou um computador, não recomendo ter apenas um tablet para executar todos os trabalhos. Pois como vimos, ele não é apropriado para atividades pesadas, assim, trabalhos de grande porte não poderão ser feitos em um tablet. No entanto, se o único objetivo for os listados acima, o tablet é de grande valor.

Fonte Oficina da Net

terça-feira, 26 de julho de 2011

10 extensões imperdíveis do Firefox 4

Deixe seu browser poderoso: melhore as buscas, bloqueie anúncios, organize seus feeds e muito mais.

O recém-lançado Firefox 4 é um grande avanço em relação às versões antigas do popular navegador. Mesmo assim, é possível deixa-lo ainda melhor com alguns truques. Por isso, separamos dez downloads para ajudar a tirar o máximo do browser; vale lembrar que nem todas as extensões antigas funcionam no Firefox 4 – mas as citadas aqui, sim. Seja para aprimorar a busca, gerenciar melhor as informações que você encontra online, assegurar a navegação ou ainda executar outras tarefas na web, temos o que você precisa. E não é preciso pagar nada por isso. 

Turbine suas pesquisas
Quer obter informações mais profundas a respeito de uma palavra ou frase que porventura encontre e uma página web? Experimente o Apture Highlights. Com esse add-on, ao selecionar uma frase ou palavra, o usuário pode clicar numa ícone “Learn More” para ter acesso a informações da Wikipédia, links para o YouTube, resultados de busca no Google e no Bing e fotos relacionadas com a palavras. Se o usuário selecionar uma localização, por exemplo, o add-on exibe um mapa do Google Maps.

Conduzir uma pesquisa abrangente muitas vezes envolve visitar diversos sites na web. Se estiver cansado dessa rotina, o InstantFox resolve o problema, permitindo utilizar a barra de endereço do Firefox para fazer pesquisas. Por exemplo, para pesquisar “Android” no Google, basta digital g Android na barra de endereço; é possível adicionar outras letras antes dos termos de pesquisa para redirecionar a outros sites, como a para Amazon, yh para Yahoo e y para YouTube.

Muito parecido com o Apture Highlights, o KwiClick também fornece mais informações ao selecionar termos em uma página. Após a seleção, ele exibe um ícone em forma de um trevo de quatro folhas e, em cada um deles, há uma fonte. A configuração padrão é Google, Wikipédia, YouTube e Google Maps, porém o usuário pode customizar o trevo com outros sites.
Gerencie suas informações online
Sofrendo com sobrecarga de informação? Quem não está? Essas duas extensões do Firefox facilitam o gerenciamento e a organização dos dados.

Com o Feedly, o usuário pode criar seu jornal online personalizado ao reunir reportagens e posts de blogs de fontes noticiosas na internet. Ele é atualizado automaticamente. Ao ser aberta, a extensão exibe os updates mais recentes. O add-on utiliza tecnologia RSS e, por padrão, possui um conjunto pré-determinado de feeds, mas isso pode ser customizado facilmente. Ele também é integrado com o Google Reader.

Se estiver procurando por uma maneira excelente de salvar artigos e páginas para que possa ler mais tarde, o Read It Later é a pedida certa. Quando você estiver em um site e quiser salvar aquele endereço, clique no pequeno ícone no canto direito da barra de endereço do Firefox. O usuário pode, então, voltar à página em outro momento, seja no próprio computador, em outra máquina ou mesmo a partir de um dispositivo móvel.

Para ler esses sites salvos, clique no ícone do Read it Later, que fica fora da barra de endereço. Existe uma chance de não ser exibido inicialmente – para exibi-lo no navegador, clique no botão laranja do Firefox no canto esquerdo superior, vá em Options, Toolbar layout e arraste o ícone do Read para a barra de ferramentas do browser.
Proteja-se
A web pode ser perigosa, principalmente pela quantidade de crackers e softwares maliciosos que tentam roubar suas informações pessoais. Entretanto, existem extensões do Firefox que podem ajudar a combater esses dos problemas.

Muitas das coisas que fazem da web um ótimo lugar para se visitar – destaque para o JavaScript, Flash e outras tecnologias interativas – também a transformam em uma ameaça, pois ao mesmo tempo em que disponibilizam serviços e informações úteis, são vulneráveis a ataques. Com o NoScript, o usuário impede que esses recursos sejam executados, permite que sejam rodados somente uma vez ou permite que sejam abertos normalmente, caso seja oriundo de um site de confiança.

Para usuários que navegam com frequência, o disco rígido pode ser preenchido com os chamados supercookies, também conhecidos como Flash cookies ou LSOs (Local Shared Objects), que reúnem informações sobre as navegação em diversos sites e normalmente são impedidos de serem apagados. O BetterPrivacy os procura e elimina esses objetos de uma vez.
Acabe com os anúncios – e outros utilitários
Quer saber como estará o tempo lá fora ou quais são as condições em outras localidades? O ForecastFox Weather traz relatórios sobre o clima direto para o Firefox. Depois de instalar e escolher sua área de interesse, as informações apropriadas sobre o clima aparecem no canto direito inferior do navegador. Basta passar o mouse sobre elas para exibir mais detalhes.

Se estiver cansado dos anúncios irritantes que surgem em quase todos os lugares da web, faça-os desaparecer com o AdBlock Plus. Essa extensão dá controle sobre o que deseja bloquear e pode ser liberado, sendo assim, o usuário pode bloquear as propagandas de alguns sites e permitir de outros. Há também a possibilidade de refinar o add-on para que ele bloquei somente os anúncios e não interfira na funcionalidade do site.

Já com o FoxTab o usuário pode controlar as abas do navegador a partir de uma interface 3D. Além de muito bonita, a interface oferece grande controle e inclui um recurso do Safaria que mostra os sites favoritos do usuário toda vez em que uma aba nova é aberta.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Temos postagem nova no nosso blog. Café com Malagueta: Beijaço para garantir ensino público

Temos Postagem nova no nosso blog Café Com Malagueta

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Edson Rodrigues

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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Estudo diz que internet pode atrapalhar capacidade de guardar informações

 

Pense rápido: qual é a capital do Congo? Se você não souber a resposta, sabe onde procurá-la. E, muito provavelmente, não fará isso em um atlas escondido na estante, mas sim recorrendo à internet. É assim desde que a rede de computadores se popularizou e virou um imenso banco de dados, em que os usuários podem encontrar praticamente qualquer coisa. A busca on-line, contudo, está provocando mudanças na forma como o cérebro trabalha. Pela primeira vez, cientistas conseguiram comprovar os efeitos dessas transformações por meio de experimentos com 168 voluntários. Os resultados, publicados hoje na revista Science, mostram que a web está se tornando a primeira fonte de memória transacional das pessoas. Com isso, muitas delas acabam fazendo menos esforço para guardar informações.

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A ideia de memória transacional foi proposta na década de 1930 pelo psicólogo norte-americano Dan Wegner. O especialista definiu o termo com base na forma como os humanos usam seus semelhantes para o armazenamento de memórias externas. “Assim, se há alguém no trabalho que sabe sobre determinado assunto, nós não nos preocupamos em aprender. Ou se há um amigo expert em esportes, recorremos a ele quando temos dúvidas sobre esse tema”, exemplifica Betsy Sparrow, professora do Departamento de Psicologia da Universidade de Columbia. Betsy é uma das três autoras da pesquisa Os efeitos do Google na memória: consequências cognitivas de ter a informação ao alcance dos dedos.


Para avaliar como o boom da internet afetou a cabeça dos usuários, a pesquisadora e outras duas colegas norte-americanas submeteram os voluntários a quatro experimentos. No primeiro, 46 pessoas tiveram que enfrentar uma série de perguntas com diferentes níveis de dificuldade. “Quando elas não sabiam as respostas, automaticamente pensavam em seus computadores como o lugar para encontrar a solução do problema”, conta Betsy. Na segunda etapa, 60 participantes leram afirmações simples (como “O olho de um avestruz é maior do que seu cérebro”). Segundo as cientistas, as pessoas que acreditavam que as declarações estariam salvas no computador lembraram-se menos do conteúdo aprendido do que os participantes informados de que elas seriam apagadas.


Em outro teste parecido, 28 voluntários reconheceram mais facilmente informações que não haviam sido salvas na busca geral do computador ou em pastas específicas. O último experimento, com 34 participantes que guardaram as afirmações em cinco pastas diferentes, mostrou que eles lembravam-se mais do local onde o dado fora armazenado do que do conteúdo propriamente dito. “O fato de as pessoas recordarem o local onde podem encontrar a informação é muito interessante. Indica que isso pode ser fruto de uma adaptação (do cérebro)”, afirma a pesquisadora Betsy Sparrow.
Os resultados do estudo podem ser confirmados pelo hábito de qualquer pessoa. O designer Reinaldo Dimon, 27 anos, mantém uma forte “parceria” com o Google. “Normalmente, recorro à internet para conferir a tradução de uma palavra para o inglês ou a grafia de uma expressão em português”, conta. Para Dimon, a facilidade de acesso também deixou os usuários mais sossegados. “Às vezes, a gente procura coisas bobas, a conversão de centímetros para metros, por exemplo. Ficamos mais preguiçosos, deixamos os dicionários de lado e desistimos de perguntar para os colegas.”


Transformações
Mas será que esse costume pode estar, de alguma forma, prejudicando o cérebro? Para o psicólogo Cristiano Nabuco, coordenador do Grupo Dependência de Internet da Universidade de São Paulo, o problema é a avalanche de informações a que os internautas estão expostos. “A internet despeja em nós uma quantidade enorme de conteúdo, só que nossa cabeça continua a mesma há milhares de anos”, diz o especialista. Prova disso é que, no início do século passado, os pedagogos definiram que o tempo máximo de concentração de um aluno seria de 50 minutos — a atual duração das aulas nas escolas. Hoje, pesquisas recentes mostram que a atenção se esvai em menos de 10 minutos. “Nossos sistemas mentais podem estar se sobrecarregando”, sugere Nabuco.
A psicóloga Betsy Sparrow, no entanto, não acredita nessa possibilidade. Segundo ela, o homem vai manter memórias externas, não baseadas unicamente no computador. O que pode diferir é o modelo de memorização conhecido até agora. “Quanto mais nós nos afastarmos desse padrão, que é um aspecto identificado na nossa pesquisa, mais vamos compreender o significado desse experimento que realizamos”, aposta.


Múltiplos gravadores
Entender o funcionamento da memória não é tarefa fácil, porque há diversos tipos dela. Os cientistas classificam as memórias quanto à duração e ao conteúdo, gerando uma série de subtipos. Além disso, o cérebro ainda faz cópias de lembranças para garantir que a informação não se perca. A ciência ainda não sabe quantas, mas, certamente, são mais de 100, que aumentam conforme a importância do acontecimento

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Complemento ao Power Point incrementa apresentações de slide

Microsoft Producer for Power Point é um aplicativo desenvolvido para o usuário conseguir incrementar suas apresentações de slide. Ele funciona como uma espécie de complemento ao Power Point oficial da Microsoft.

A interface do aplicativo é bem organizada, simples, e permite ao usuário a criação de apresentações dinâmicas por meio de diversos elementos diferentes. A linha do tempo presente na tela possui semelhanças com o Windows Movie Maker, o que facilita na hora da edição.

O ponto negativo está na impossibilidade de não permitir que o arquivo final seja único e em formato de vídeo. Por isso, na hora de exportar e compartilhar o resultado, em arquivos HTML, pode ser que usuários iniciantes encontrem um pouco de dificuldade.

Vale dizer que não se trata de uma ferramenta para criação de animações avançadas. Porém, ele auxilia a importação de conteúdos multimídia presentes em sua apresentação, tais quais vídeos, áudios, imagens, slides e páginas HTML. Há também como incluir efeitos de transição entre vídeos, assim como inserir efeitos nas imagens, escalas de cinza, entre outros itens.

Portanto, o Microsoft Producer for PowerPoint é um software especializado em deixar suas apresentações com um toque multimídia. Entretanto, para finalização da apresentação, é necessário ter o Office Animation Runtime instalado no seu computador.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Facebook pode ser bom para amizades e para política

 

Segundo nova pesquisa, usuários do Facebook são mais confiáveis, têm amigos mais próximos e são mais engajados politicamente
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São Paulo - Contrariando a crença popular de que cultivar "amigos no Facebook" pode prejudicar a capacidade das pessoas de fazer amigos na vida real, pesquisas sugerem que usuários de sites de redes sociais possuem maiores níveis de "bem-estar social".

De acordo com os resultados de uma pesquisa do Pew Research Center divulgada nesta quinta-feira, usuários do Facebook são mais confiáveis, têm amigos mais próximos e são mais engajados politicamente.

"Houve muita especulação sobre o impacto do uso de redes sociais na vida das pessoas, e grande parte dela se focou na possibilidade de que os sites prejudiquem os relacionamentos das pessoas e as faça participar menos de acontecimentos do resto do mundo", disse o autor principal do relatório, Keith Hampton.

"Descobrimos o exato oposto --que usuários de sites como Facebook tem relações mais próximas e estão mais propensas a se envolver em atividades cívicas e políticas".

A pesquisa foi feita com 2.255 adultos a respeito de seu uso de redes como Facebook, MySpace, LinkedIn, e Twitter.

A pesquisa indica uma ampla mudança nas relações sociais. Quarenta e sete por cento dos adultos usa sites de redes sociais ante 26 por cento em 2008, quanto uma pesquisa similar foi feita.

A atividade de pessoas que entram muito no Facebook foi maior durante a temporada das eleições.

Elas estiveram duas vezes e meia mais propensas a ir a um encontro político, 57 por cento mais propensas a tentar convencer alguém de que seu voto estava correto e 43 por cento mais propensas a dizer que iriam votar, disse a pesquisa.

Pesquisadores também disseram que o suporte emocional e a companhia que usuários frequentes do Facebook obtém é equivalente a cerca de metade do apoio recebido pelo norte-americano comum de um parceiro.

"As pessoas os usam para manter contato com seus melhores amigos e conhecidos distantes", disse Rainie.

Google agora permite busca a partir de imagens

Em vez de digitar um termo para encontrar ilustrações relacionadas, agora é possível usar uma imagem como ponto de partida da busca e visualizar dados que remetem a ela

A Google liberou nesta quinta-feira (16/06) um novo recurso para a busca por imagens. Agora, em vez de digitar um termo em busca de ilustrações, você poderá uma ilustração e ver nos resultados informações relacionadas a ela.

A ferramenta é muito simples, embora a sua eficácia ainda tenha que ser colocada à prova. Vá à busca por imagens da Google. Lá você verá ao lado da barra principal uma pequena câmera. Clique nela e duas opções serão exibidas: em uma delas você adiciona a URL da imagem requerida – hospedada em um outro site por exemplo – em outras, você envia o arquivo que estiver no computador e deixa que o buscador o analise.

O recurso pode ser usado para identificar o nome de uma obra de arte cujo nome o usuário esqueceu ou para lembrar onde uma determinada foto foi tirada. O sistema se propõe a analisar os pontos principais da ilustração e, em poucos segundos, mostrar todas os dados que lhe podem ser remetidas – em geral, inúmeras.

No portal, a Google convida os internautas a testarem a novidade. Há, afinal, uma terceira opção para a busca. Selecionar a imagem e levá-la até a barra de pesquisa – arrastar-e-soltar. É interessante notar que mesmo com os quatro quadros que a Google recomenda, os resultados não são perfeitos: ao levar a primeira obra à esquerda ao espaço necessário, descobre-se, rapidamente, que ela foi pintada por Van Gogh, mas o nome da tela, A Noite Estrelada, não aparece com o destaque que mereceria – embora seja exibida lá pelo quarto resultado. É um começo.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Dica: Um computador dentro do pen drive

 

 (Liberkey Ultimate/Reprodução)

Fotos, apresentações, documentos de texto, PDFs, planilhas e vídeos são os arquivos mais comumente produzidos pelos usuários de webmail e descobrimos que naquele micro não tem um programa que abra aquele tipo de arquivo. Outro dia, na casa de uma tia, aconteceu isso comigo, precisava ler um documento no formato PDF e enviar uma planilha com alguns dados que me pediram. Resultado, nem Excel nem um leitor de PDF tinha no PC. O que me salvou foi meu pen drive e o pacote de aplicativos chamado Liberkey Ultimate.

Esse pacote é na verdade um organizador de aplicativos que rodam diretamente a partir de um pen drive. Você instala um menu básico e baixa os programas que utiliza com mais frequência. Existem três pacotes pré- configurados que, certamente, o atenderão, mas ele permite baixar programas individualmente. O pacote mais completo conta com 146 programas.


O espaço ocupado no pen drive pode variar de 100MB a 700MB, dependendo da quantidade de programas. Considerando que um pen drive de 4GB pode ser comprado por R$ 30, espaço não é mais problema. Boa parte dos programas que sugerimos aqui na coluna em edições passadas está disponível nesse pacote.
Quando você executa o arquivo liberkey.exe, um menu é aberto na parte direita da tela. Lá, basta selecionar o programa desejado e clicar sobre ele para executá-lo. Na primeira vez que for adotar algum dos programas instalados, é possível que você tenha que concordar com os termos de uso.


Você pode adicionar novos programas ou fazer atualizações de outros instalados clicando no botão Configurações e em seguida Verificar atualizações. O programa acessa a internet e mostra uma lista de programas que estão instalados e novos programas disponíveis para cada uma das categorias. Aí, basta seguir os procedimentos de instalação. Entre os programas disponíveis encontra-se o OpenOffice, equivalente ao Office da Microsoft. Esse verdadeiro canivete suíço deveria estar no pen drive de todos os usuários de computadores.